Continuando a desbravar nosso Centro Histórico.

Depois de ter visitado o Mercado da Praia Grande e olhado de perto o trabalho de artesanato e os variados produtos da nossa terra, siga pelas ruas de paralelepípedos e calçadas de pedras de cantaria, que vieram de Portugal servindo como lastros dos navios. Olhe os casarões, construído pelos comerciantes portugueses na época da ascensão comercial, em que chegamos a ser grandes exportadores de algodão e arroz. Muitas fachadas foram revestidas com azulejos pintados com o objetivo de refrescar do clima quente e úmido, e isso deu uma beleza impar ao conjunto arquitetônico, que em 1996 nos deu o titulo de Patrimônio da Humanidade.

 

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Você já deve ter ouvido falar a expressão sem “eira nem beira”. Mas sabe o que significa?

Eira vem do latim área, e era usada em Portugal com o significado de pedaço de terra onde os agricultores, após a colheita, colocavam os cereais para secar. Eles tinham um chão.

Beira é a borda do telhado da casa, que servia para proteger os passantes da chuva, além de dar um charme à construção.
Eira nem beira, expressão popular que é usada para dizer que a pessoa não tem posses.

4 respostas para “Continuando a desbravar nosso Centro Histórico.”

  1. Mauro disse:

    Estou adorando os teus posts amiga, isso me faz conhecer melhor e amar mais ainda a minha cidade.

  2. Felipe carvalho disse:

    Não sabia que o azulejo também tinha o objetivo de refrescar o clima. Muito bom o texto, parabéns!

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