As Pontes de Madison

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Há alguns anos, despretensiosamente peguei As Pontes de Madison para assistir em casa. Fui surpreendida com um belíssimo filme de fotografia e roteiro encantadores. Um romance entre duas pessoas maduras, personagens representadas pelo meu adorado Clint Eastwood e pela imbatível Maryl Streep, em uma noite quente de verão em uma pequena cidade americana, na década de 1960. Baseado no romance de Robert James Waller, As Pontes de Madison me emocionou. E me emocionou as três vezes em que o assisti. Que romance! Que filme! Semana passada entrei em uma livraria e o livro estava lá, parecia que a minha espera, para que, mais uma vez, eu pudesse ir a 1965 e ser espectadora daqueles poucos, porém, tão intensos momentos vividos pela dona de casa acostumada a vida rural e aquele homem de alma livre que ganhava a vida fotografando para a Nacional Geographic. Francesca Johnson e Roberth Kincaid se encontraram como por destino, e aquela única noite os marcou para sempre.

“Todos temos segredos, sonhos e lembranças que mantemos trancados numa gaveta de escrivaninha para visitar quando ninguém tiver olhando. Talvez seja nesses pequenos fragmentos de nossa história que encontramos a verdade em nós mesmos, daquilo que somos ou gostaríamos de ser”. Robert James Waller

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