O CAÇADOR DE PIPAS

“Sentei em um banco do parque, perto de um salgueiro. Pensei em uma coisa em que Rahin Khan disse um pouco antes de desligar, quase como algo que lhe houvesse ocorrido no último minuto. Há um jeito de ser bom de novo. Ergui os olhos para as pipas gêmeas. Pensei em Hassan. Pensei em baba. Em Ali. Em Cabul. Pensei na vida que eu levava até que aquele inverno de 1975 chegou para mudar tudo. E fez de mim o que sou hoje”.

Há seis anos li O Caçador de Pipas, que ganhei de uma pessoa especial em um momento desafiador da minha vida. Em três dias li esse romance envolvente, mostrando misteriosos caminhos de vidas que se entrelaçam pelo destino. A história é uma ficção, mas que coloca de forma muito verdadeira a cruel realidade no Afeganistão dominado pelo grupo Talibã.

Khaled Hosseini, médico nascido em Cabul e naturalizado nos Estados Unidos, escreveu O Caçador de Pipas com o que faz de um livro um grande livro: emoção. Por isso, lançado em 2003, aclamado mundialmente pela crítica e pelo público, ficando durante várias semanas entre os mais vendidos, foi adaptado para o cinema em 2007.

É realmente uma história apaixonante, uma verdadeira lição de vida que tem um desfecho surpreendente.

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