Elvis, 40 anos depois

 

Era tarde de céu azul, em 16 de agosto de 1977. Eu passava dia na casa da minha bisavó onde a televisão ligada o dia inteiro não parava de noticiar sobre a morte de Elvis. Apesar de ter apenas cinco anos, eu entendia perfeitamente o que havia acontecido e o impacto daquelas informações. Sabia que ele era um cantor famoso, um ídolo. No fundo, eu também me sentia triste a cada notícia dada pelos repórteres. Parecia que o mundo estava voltado para aquele acontecimento; nos Estados Unidos, milhares de pessoas aglomeradas e incrédulas. Muitas correram para a mansão do ídolo, em Memphis, na  esperança de que tudo não passasse de boato. Mas não, o Rei do Rock, Elvis Presley, estava morto, aos quarenta e dois anos, vítima de overdose de medicamentos.

O tempo passou, eu cresci, passei a conhecer  um pouco mais sobre Elvis e a gostar da sua trajetória artística e do legado que ele deixou. Gosto da biografia dele.

Sempre em 16 de agosto minha memória vai para aquele dia, quando Elvis foi vencido pela fragilidade humana, e ali surgiu um dos maiores mitos de todos os tempos. Elvis Presley é um dos artistas que mais rendem depois de mortos e durante muitos anos ele liderou o ranking, de acordo com a Forbes. Em 2016 ficou em quarto lugar com faturamento aproximado de 27 milhões de dólares.  Não é o topo da lista, mas esse valor não é tão ruim. 😃

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LENDA. Elvis não morreu.   Essa é uma frase bastante conhecida. Dizem que muitos fãs do cantor não aceitaram a morte dele e acreditavam que ele vagava pelos aposentos de Graceland, a mansão em Memphis. Mas acredito que essa teoria tenha sido  disseminada pela indústria cultural que arrecada milhares de dólares com a imagem do artista e com a visitação à bela propriedade onde Elvis passou seus últimos anos.

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